A BRONCA DO
DIA II – Chiclete Nojento

Detesto e tenho nojo de pessoas que falam com a boca cheia de comida e conseqüentemente jogam resíduos em nossos rostos (dá até para sentir o cheiro da comida). Hoje, uma mulher veio pedir informação e falava mastigando, que pelo cheiro que exalava de sua boca, devia ser algo que continha salame ou lingüiça, além do quê, quando ela falava a comida ficava rodando em sua boca, igual aqueles misturadores de cimento, areia e cascalho, uma visão asquerosa... Que nojo!
O rapaz da padaria me
atende mascando essa porcaria de chiclete, e, fica tirando e colocando essa
borracha nojenta e fedida na boca, estica, coloca na ponta da língua, faz bolas
que estouram e jogam uma enxurrada de cuspe ao redor, inclusive no rosto da
gente e nos pães dos cestos encima do balcão, é preciso usar guarda chuva para
falar com o nojento. Quando cansam de mastigar essa merda a jogam nas vias
públicas poluindo o meio ambiente e matando os pássaros que comem o chiclete
pensando que é alimento e morrem sufocados. Outras vezes colam essa nojeira
cheia de baba, embaixo de tampos de mesas, cadeiras, portas, paredes, corrimãos
e outros locais impróprios, onde acabamos colocando as mãos inadvertidamente
(Éca!).
Deixei de comer em Self
Service, justamente por esse motivo, fiquei observando que as pessoas vão
andando e conversando enquanto se servem, e os perdigotos caem de suas bocas
sobre as comidas expostas no balcão, dai nos servimos daquelas comidas
contaminadas e acabamos comendo por tabela, o cuspe do puto. Pode? (já notaram
isso?)
(Sidney Gavin)
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