A Bronca do dia - O cocô
encalhado
Um casal de amigos nos convidou para conhecer
seu apto. novo, resolvemos combinar com uma vizinha, (nossa amiga comum) para
fazermos uma visita à eles.
O apto. é pequeno, mais jeitoso,
estávamos na sala conversando, quando senti uma forte contorção intestinal, (logo
pensei na feijoada do almoço) e uma tremenda vontade de soltar um belo pum, porém,
o filho do meu amigo estava ocupando o banheiro, fui para a área de serviço e
me dirigi para a janela (pensei “peido aqui, espero um pouco e volto”) meu
amigo que tinha me seguido disse: “Você viu que bela vista se tem aqui?”, tranquei
o fiofó, e a cólica aumentou, comecei a suar frio, tive uma idéia. Falei:
“Xiiii esqueci o vidro do carro aberto, vou lá fechar” meu amigo disse, “vou
com você ”(@#$%$#@+**)” retruquei: “Não é
preciso, eu já volto!”, a minha intenção
era entrar no elevador, peidar até as coisas melhorarem, mandá-lo para o térreo
e voltar para o apto.
Nem bem entrei no elevador já
comecei a expelir vapores bostéricos,
nisso chamaram o elevador, não consegui sair a tempo, o cheiro estava
insuportável, o elevador desceu e no andar de baixo quatro pessoas conversavam
alegremente, assim que entraram no elevador, ficaram em silêncio e vermelhos,
eu senti um calor subindo, assim que o pessoal desceu (quase correndo) voltei
para o apto. As cólicas voltaram, e dessa vez não eram gases, fui ao banheiro,
fiz minha necessidade, dei a descarga e estava lavando as mãos quando olhei
dentro do vaso tinha um cocô parecido com um charuto, que não tinha ido, dei
descarga de novo, e o charutão não desceu, nisso minha esposa perguntou na
porta “Ta tudo bem? você está demorando!” dei a descarga novamente e o charuto não
ia embora, foi quando notei que o charutão quando caiu no vaso, bateu na
lateral e tombou, ficando como uma ponte, atravessado no vaso, e, a água
passava por baixo dele, por isso ele não descia e não adiantava dar descargas, que
fazer? Comecei a ficar nervoso e apreensivo, olhei ao redor procurando um recipiente
para jogar água, não encontrei, não tinha piaçaba nem escova de lavar o vaso e
nada que eu pudesse usar para empurrar o cocô, bateram na porta, falei “Já vou!”,
aflito abri a porta de um armário e avistei uma escova de dente, não tive
dúvidas, peguei a escova e fatiei o charutão que nem se faz sashimi, dei a
descarga a água fez um redemoinho lindo com um carrossel de bosta que foi desaparecendo
suavemente, lavei a escova e a coloquei novamente no armário.
Quando sai, minha esposa já
estava pronta para irmos embora, nos despedimos, no caminho Ela me perguntou “tudo
bem com você? ” respondi “agora sim” e sorri...
(Sidney Gavin)
(Sidney Gavin)

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