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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

A Bronca do dia -  O cocô encalhado

 Um casal de amigos nos convidou para conhecer seu apto. novo, resolvemos combinar com uma vizinha, (nossa amiga comum) para fazermos uma visita à eles.

O apto. é pequeno, mais jeitoso, estávamos na sala conversando, quando senti uma forte contorção intestinal, (logo pensei na feijoada do almoço) e uma tremenda vontade de soltar um belo pum, porém, o filho do meu amigo estava ocupando o banheiro, fui para a área de serviço e me dirigi para a janela (pensei “peido aqui, espero um pouco e volto”) meu amigo que tinha me seguido disse: “Você viu que bela vista se tem aqui?”, tranquei o fiofó, e a cólica aumentou, comecei a suar frio, tive uma idéia. Falei: “Xiiii esqueci o vidro do carro aberto, vou lá fechar” meu amigo disse, “vou com você ”(@#$%$#@+**)” retruquei: “Não é preciso, eu já  volto!”, a minha intenção era entrar no elevador, peidar até as coisas melhorarem, mandá-lo para o térreo e voltar  para o apto.

Nem bem entrei no elevador já comecei a expelir  vapores bostéricos, nisso chamaram o elevador, não consegui sair a tempo, o cheiro estava insuportável, o elevador desceu e no andar de baixo quatro pessoas conversavam alegremente, assim que entraram no elevador, ficaram em silêncio e vermelhos, eu senti um calor subindo, assim que o pessoal desceu (quase correndo) voltei para o apto. As cólicas voltaram, e dessa vez não eram gases, fui ao banheiro, fiz minha necessidade, dei a descarga e estava lavando as mãos quando olhei dentro do vaso tinha um cocô parecido com um charuto, que não tinha ido, dei descarga de novo, e o charutão não desceu, nisso minha esposa perguntou na porta “Ta tudo bem? você está demorando!” dei a descarga novamente e o charuto não ia embora, foi quando notei que o charutão quando caiu no vaso, bateu na lateral e tombou, ficando como uma ponte, atravessado no vaso, e, a água passava por baixo dele, por isso ele não descia e não adiantava dar descargas, que fazer? Comecei a ficar nervoso e apreensivo, olhei ao redor procurando um recipiente para jogar água, não encontrei, não tinha piaçaba nem escova de lavar o vaso e nada que eu pudesse usar para empurrar o cocô, bateram na porta, falei “Já vou!”, aflito abri a porta de um armário e avistei uma escova de dente, não tive dúvidas, peguei a escova e fatiei o charutão que nem se faz sashimi, dei a descarga a água fez um redemoinho lindo com um carrossel de bosta que foi desaparecendo suavemente, lavei a escova e a coloquei novamente no armário.

Quando sai, minha esposa já estava pronta para irmos embora, nos despedimos, no caminho Ela me perguntou “tudo bem com você? ” respondi “agora sim” e sorri...

(Sidney Gavin)

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